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A Marcação de Caso Acusativo na Interlíngua de Brasileiros que Estudam o Espanhol

Autor(a): 
Rosa Yokota
Orientador(a): 
Neide Therezinha Maia Gonzalez
Área: 
LELEHA - Espanhol
Ano: 
2008
Resumo / Abstract / Acta / Resumé / Riassunto
Resumo: 

"O PRESENTE TRABALHO TEM COMO OBJETIVO CONTRIBUIR PARA O ESTUDO DAS ESPECIFICIDADES DA AQUISIÇÃO/APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ESPANHOLA POR FALANTES DO PORTUGUÊS BRASILEIRO. NESTA DISSERTAÇÃO SÃO ANALISADOS O USO E O NÃO USO DA PREPOSIÇÃO MARCADORA DE CASO ACUSATIVO DO ESPANHOL A POR ESTUDANTES BRASILEIROS ADULTOS. DURANTE SUA ELABORAÇÃO BUSCAMOS EMBASAMENTO TEÓRICO SOBRE A AQUISIÇÃO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E SOBRE AS PREPOSIÇÕES E O OBJETO DIRETO PREPOSICIONADO, TANTO NA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS QUANTO NA DO ESPANHOL. PUDEMOS COMPROVAR AFIRMAÇÕES PRESENTES EM OUTROS ESTUDOS SOBRE INTERLÍNGUA DE BRASILEIROS QUE ESTUDAM O ESPANHOL, TAL COMO O FATO DE QUE O APARENTE USO GRAMATICAL DA ESTRUTURA NEM SEMPRE REVELA A AQUISIÇÃO/APRENDIZAGEM DA MESMA, QUE A AQUISIÇÃO/APRENDIZAGEM DE UM ITEM GRAMATICAL NÃO SE DÁ E NEM DEVE SER ESTUDADA DE FORMA ISOLADA, QUE A MUDANÇA E A EVOLUÇÃO DA INTERLÍNGUA SÃO PROCESSOS COMPLEXOS E CUJA NATUREZA ESTÁ LONGE DE SER TOTALMENTE DECIFRADA. O CORPUS FORMADO POR TRÊS TIPOS DE PRODUÇÃO ESCRITA (TEXTO, TRADUÇÃO E TESTE) REVELOU QUE A INTERLÍNGUA DE NOSSOS INFORMANTES APRESENTA IDIOSSINCRASIAS. ATRAVÉS DA ANÁLISE DOS DADOS, IDENTIFICAMOS O QUE DENOMINAMOS COMO MOMENTOS DE IMITAÇÃO DO INPUT, CRIAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO AO SE UTILIZAR A ESTRUTURA A+OBJETO DIRETO, COM VARIAÇÕES SIGNIFICATIVAS DE ACORDO COM O INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS. CONSTATAMOS QUE PARTE DE NOSSOS INFORMANTES UTILIZA A ESTRUTURA EM QUESTÃO, MAS NÃO CONSIDERAMOS QUE ESTE USO NA INTERLÍNGUA SEJA O MESMO FEITO PELO FALANTE NATIVO DO ESPANHOL, POIS, APESAR DE SER UM USO APARENTEMENTE GRAMATICAL DA PREPOSIÇÃO, OS MECANISMOS QUE LEVAM A ELE NÃO SÃO OS MESMOS UTILIZADOS POR UM FALANTE NATIVO."

 

Acta: 

"EL OBJETIVO DEL PRESENTE TRABAJO ES CONTRIBUIR PARA EL ESTUDIO DE LAS ESPECIFICIDADES DE LA ADQUISICIÓN/APRENDIZAJE DE LA LENGUA ESPAÑOLA POR PARTE DE HABLANTES DEL PORTUGUÉS BRASILEÑO. EN ESTA DISERTACIÓN SE ANALIZA EL USO Y EL NO USO DE LA PREPOSICIÓN MARCADORA DE CASO ACUSATIVO DEL ESPAÑOL A EN LA PRODUCCIÓN ESCRITA DE ESTUDIANTES BRASILEÑOS ADULTOS. PARA ELLO, NOS BASAMOS EN TEORÍAS Y ESTUDIOS SOBRE LA ADQUISICIÓN/APRENDIZAJE DE LENGUAS EXTRANJERAS Y SOBRE LAS PREPOSICIONES Y EL COMPLEMENTO DIRECTO PREPOSICIONADO, TANTO EN LA GRAMÁTICA DEL PORTUGUÉS COMO EN LA DEL ESPAÑOL. COMPROBAMOS AFIRMACIONES HECHAS EN TRABAJOS ANTERIORES SOBRE LA INTERLENGUA DE BRASILEÑOS QUE ESTUDIAN EL ESPAÑOL, TALES COMO EL HECHO DE QUE EL APARENTE USO GRAMATICAL DE UNA ESTRUCTURA NO SIGNIFICA SU ADQUISICIÓN/APRENDIZAJE, QUE LA ADQUISICIÓN/APRENDIZAJE DE UN ÍTEM GRAMATICAL NO OCURRE Y NO DEBE ESTUDIARSE DE FORMA AISLADA, QUE LOS CAMBIOS Y LA EVOLUCIÓN DE LA INTERLENGUA SON PROCESOS COMPLEJOS, CUYA NATURALEZA ESTÁ LEJOS DE SER TOTALMENTE ENTENDIDA. EL CORPUS ESTÁ FORMADO POR TRES TIPOS DE PRODUCCIÓN ESCRITA (TEXTO, TRADUCCIÓN Y TEST) Y NOS MUESTRAQUE LA INTERLENGUA DE LOS INFORMANTES PRESENTA IDIOSINCRASIAS. A TRAVÉS DEL ANÁLISIS DE LOS DATOS SELECCIONADOS DEL CORPUS, IDENTIFICAMOS CARACTERÍSTICAS QUE DENOMINAMOS MOMENTOS DE IMITACIÓN DEL INPUT, CREACIÓN Y ESTABILIZACIÓN EN EL USO LA ESTRUCTURA A+COMPLEMENTO DIRECTO, CON VARIACIONES SIGNIFICATIVAS SEGÚN EL TIPO DE RECOLECCIÓN DE DATOS APLICADO. CONSTATAMOS QUE PARTE DE NUESTROS INFORMANTES UTILIZA LA ESTRUCTURA QUE ANALIZAMOS, PERO NO CONSIDERAMOS QUE SU USO EN LA INTERLENGUA SEA EL MISMO HECHO POR UN HABLANTE NATIVO DEL ESPAÑOL, PUES, AUNQUE HAYA UN USO APARENTEMENTE GRAMATICAL DE LA PREPOSICIÓN, LOS MECANISMOS QUE LLEVAN A ESTE USO NO SON LOS MISMOS UTILIZADOS POR UN HABLANTE NATIVO."

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